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provas de aferiçãoAs provas de aferição são de aplicação universal e de realização obrigatória por todos os alunos do ensino básico, numa única fase, no final do ano letivo, nos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade.

Com a sua aplicação pretende-se:

a) Acompanhar o desenvolvimento do currículo, nas diferentes áreas, providenciando informação regular ao sistema educativo;

b) Fornecer informações detalhadas acerca do desempenho dos alunos à escola, aos professores, aos encarregados de educação e aos próprios alunos;

c) Potenciar uma intervenção pedagógica atempada, dirigida às dificuldades identificadas para cada aluno.

CALENDÁRIO - 2017/18

caledario provas afericao 2017 18

Mais informações, para além dos documentos abaixo indicados, podem ser consultadas na página eletrónica do IAVE - Instituto de Avaliação Educacional


INFORMAÇÕES GERAIS

arrow9Informações gerais sobre as provas de avaliação externa no ano letivo 2017/18

arrow9Guia JNE/2018 - aplicação de condições especiais na realização de provas e exames nacionais

NORMAS ESPECÍFICAS

arrow9Informação sobre as provas de aferição do 2.º ano de escolaridade no ano letivo 2017/18

arrow9Informação sobre as provas de aferição do 5.º ano de escolaridade no ano letivo 2017/18

arrow9Informação sobre as provas de aferição do 8.º ano de escolaridade no ano letivo 2017/18

LEGISLAÇÃO

arrow9Despacho nº 5458-A/2017, 22 de junho - calendário das provas de aferição de 2017/18

arrow9Despacho normativo nº 4-A/2018, 14 de fevereiro - Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência

arrow9JNE/2018 - Guia para realização das Provas de Aferição

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR

Cabe ao diretor do agrupamento, mediante parecer do conselho pedagógico e ouvidos os encarregados de educação, decidir sobre a realização das provas de aferição pelos alunos abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual.

Os alunos que frequentam o ensino individual e doméstico podem realizar as provas de aferição mediante requerimento do encarregado de educação dirigido ao diretor da escola onde se encontram matriculados.

As provas têm como referencial de avaliação os documentos curriculares em vigor relativos aos ciclos em que se inscrevem.

No 2.º ano de escolaridade o processo de aferição abrange as disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico -Motoras.

Nos 5.º e 8.º anos de escolaridade, o processo de aferição abrange, anualmente, as disciplinas de Português ou de Matemática e, rotativamente, uma das outras disciplinas, com inclusão de instrumentos vocacionados para a avaliação de situações práticas, assegurando a cobertura integral das áreas disciplinares do currículo.

Os resultados e desempenhos dos alunos nas provas de aferição são inscritos na ficha individual do aluno e transmitidos à escola, aos próprios alunos e aos encarregados de educação

A ficha referida no número anterior contém a caracterização do desempenho do aluno, considerando os parâmetros relevantes de cada uma das disciplinas e domínios avaliados.

A ficha deve ser objeto de análise, em complemento da informação decorrente da avaliação interna, pelo professor titular de turma no 1.º ciclo e pelo conselho de turma nos 2.º e 3.º ciclos, servindo de base à reformulação das metodologias e estratégias com vista ao desenvolvimento do potencial de aprendizagem do aluno.

A ficha individual de aluno é apresentada ao encarregado de educação, preferencialmente em reunião presencial, de forma a assegurar que, da sua leitura, enquadrada pela informação decorrente da avaliação interna, seja possível promover a regulação das aprendizagens, a partir da concertação de estratégias específicas

Cabe ao diretor definir, no contexto específico da sua comunidade escolar, os procedimentos adequados para assegurar que a análise e circulação da informação constante da ficha se efetive em tempo útil, garantindo as melhores condições para que os encarregados de educação e os alunos possam ser envolvidos no processo.

Cabe igualmente ao diretor, mediante parecer do conselho peda-
gógico e ouvidos os encarregados de educação, decidir sobre a realiza-
ção das provas de aferição pelos alunos abrangidos pelo artigo 21.º do
Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual.